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JERUSALÉM (Berço do Avivamento Espiritual)

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quinta-feira, 21 de agosto de 2014






O JEJUM 


Nos dias atuais tem sido dada uma ênfase muito grande entre os chamados evangélicos a um comportamento religioso que se convencionou chamar de jejum. A prática tornou-se motivo de proclamações em púlpitos ou de palestras pessoais e de anúncios em grandes veículos de comunicação que incentivam e conclamam pessoas a dedicarem noites, dias, semanas ou metades de dias ao jejum, sempre sendo apontado como um excelente meio de crescimento espiritual, conquista de poder pessoal e benefícios divinos. Ultimamente tem sido divulgado até como se fosse eficiente para a salvação de povos e sociedades de um modo geral. Tornou-se comum encontrarmos pessoas se vangloriando de serem muito espirituais e, até mesmo mais espirituais que outras pessoas, por praticarem sistematicamente o jejum. A prática deste tipo de sacrifício pessoal se tornou quase que uma obrigação para quem deseja alcançar algum tipo de bênção.
No entanto, seria mesmo uma verdade bíblica que o jejum nos possibilita maior espiritualidade, que nos torna mais santos, ou que faz com que Deus ouça melhor nossas orações? Ficar sem ingerir alimentos daria ao servo de Cristo maior poder espiritual? Os cristãos deveriam incentivar tais costumes criando grandes movimentos de jejum nas igrejas? São questões que podem e precisam ser discutidas e esclarecidas à luz dos ensinamentos de Jesus, que é o autor da nossa salvação e o nosso Senhor, e à luz de todo o contexto bíblico.

A ORIGEM DO JEJUM NO ANTIGO TESTAMENTO

Quando Jesus disse “e quando jejuardes”, estava se dirigindo aos seus discípulos, que eram judeus, e estava se referindo a um costume daquele povo que já vinha sendo praticado durante muitos séculos. Não estava ordenando que jejuassem mas estava regulamentando um costume que estava sendo praticado de maneira errada, considerando-se a origem do jejum entre os judeus.
Nas páginas do Velho Testamento não vamos encontrar o jejum com sentido principal de sacrifício pessoal, de penitência. O que vamos encontrar é uma ordem de Deus (e somente uma) para que o povo afligisse a alma  em apenas um determinado dia do ano, estabelecido pelo próprio Deus, o da expiação (Lv 16.29,30). A expressão hebraica usada para designar uma atitude que levava ao jejum era `anah nephesh, que significa literalmente afligir a alma (como exemplo ver Salmos 35.13; 69.10).
Na comemoração anual do dia da expiação (Lv 16.29,31; 23.27-32; Nm 29.7), um sacerdote administrava um sacrifício com sentido de expiação pelo povo, para purificação dos pecados. A aflição da alma seria exteriorizada pela não ingestão de alimentos (jejum em hebraico é tsowm, que significa ficar sem comer) e seria a manifestação de profunda tristeza pelo pecado de cada um e também pelo sacrifício do Cordeiro, porquanto o dia da expiação era o dia em que se praticava um sacrifício que simbolizava o sacrifício de Jesus, o Cordeiro de Deus, que haveria de vir como o Messias. Ou seja, ficar sem comer não era um ato religioso em si, porém a conseqüência de um sentimento de profundo pesar pelo sacrifício do Cordeiro e, conseqüentemente, por causa dos próprios pecados

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A INTRODUÇÃO DO JEJUM ENTRE O POVO DE ISRAEL COMO PRÁTICA RELIGIOSA

Até o nono século antes de Cristo o povo de Israel não praticava o jejum como ato religioso. Somente guardava o dia da expiação e, conseqüentemente, manifestava aflição da alma ficando sem alimentação e sem a prática de qualquer tipo de atividade (Nm 29.7).
O primeiro jejum que foi praticado como ato religioso, registrado nas páginas do Antigo Testamento, aconteceu no reinado de Acabe, no reino do Norte, por determinação de sua esposa gentia, pagã, idólatra, inimiga dos profetas de Deus, Jezabel. Diante da sua obstinação em tomar a vinha de Nabote para para que Acabe a pudesse possuir, Jezabel ordenou que fosse proclamado um jejum nacional sob a alegação mentirosa de que Nabote havia blasfemado contra Deus, ordenando que fosse apedrejado depois de ter sido acusado falsamente por dois filhos de Belial (1Rs 21.1-16). Ou seja, a terrível Jezabel foi quem convocou o primeiro jejum do povo de Israel, interligando-o com o nome de Deus como se estivesse praticando um ato de justiça divina, mas que era, na realidade, uma manifestação pecaminosa da sua malignidade.


OUTRAS COMEMORAÇÕES SISTEMÁTICAS DO JEJUM NO ANTIGO TESTAMENTO

Com o mesmo sentido de manifestação da aflição da alma, de profundo entristecimento, o povo judeu (do reino do Sul) passou depois a comemorar permanentemente, por conta própria e sem qualquer mandamento da parte de Deus ou conotação religiosa, mais quatro datas que recordavam quatro calamidades e que lhes causavam profundo sentimento de tristeza. Eram as seguintes datas e os seguintes fatos:

1. No décimo dia do décimo mês do ano
Comemoravam com muito pesar o dia em que o rei da Babilônia, Nabucodonozor, iniciou o cerco contra a cidade de Jerusalém (2Rs 25.1), com a finalidade de derrotar o povo judeu e leva-lo cativo. Para eles representava o início do sofrimento do cativeiro.

2. No nono dia do quarto mês do ano
Dia em que a cidade de Jerusalém foi finalmente tomada por Nabucodonozor (Jr 52.6-11). Se o cerco à cidade fora de muito sofrimento, mais ainda quando o rei da babilônia entrou na cidade, matou a muitos e cegou o rei Zedequias que lhes era muito querido.

3. No sétimo dia do quinto mês do ano
Dia em que foi destruído o templo de Jerusalém pelos babilônicos, comandados pelo rei Nabucodonozor (2Reis 25.8-10).

4. Em um dia não necessariamente determinado, do sétimo mês do ano
Dia em que Gedalias, que fora constituído governador sobre Judá por Nabucodonozor, foi assassinado por outro judeu chamado Ismael (2Rs 25.25; Jr 41.1,2)
Fora essas comemorações regulares de jejum no Velho Testamento, ainda encontramos narrativas de outras comemorações esporádicas (2Cr 20.3; Ed 8.21; Ne 9.1; Es 4.3; Dn 6.18; Jn 3.5), que sempre eram realizadas como manifestação de profundo pesar e aflição da alma, nunca como atos religiosos de santificação e busca de algum tipo de poder.


CARACTERÍSTICAS DO JEJUM (AFLIÇÃO DA ALMA) PRATICADO NO ANTIGO TESTAMENTO

Analisando estes exemplos de jejum no Antigo Testamento podemos concluir que era uma manifestação de aflição com as seguintes características:

1. O jejum era ser realizado espontaneamente como manifestação de tristeza (Jz 20.26; 2Sm 12.22)
Todo um exército entristeceu-se por uma derrota e manifestou sua tristeza jejuando ; um pai jejuou por entristecer-se com a enfermidade do filho.

2. O jejum podia expressar entristecimento pelo pecado e arrependimento (1Sm 7.6; 1Rs 21.27; Ne 9.1,2)

Estes exemplos se encaixam no sentimento que deveria prevalecer no dia a expiação, quando deveria existir o reconhecimento do pecado e o arrependimento.

3. O jejum expressava extrema dependência de Deus (2Sm 12.16-22)
O jejum não era praticado como elemento eficaz para conferir poder a uma coletividade, nem tampouco, de poder pessoal. Pelo contrário, quem manifestava seu entristecimento através do jejum, manifestava também a sua dependência de Deus (ver também Juízes 20.26).


DEUS CONDENOU O JEJUM PRATICADO COMO ATO RELIGIOSO

Um ato religioso sempre tem como objetivo fazer uma ligação entre o homem e a divindade. Deus sempre buscou o homem e o homem sempre desejou ter algum tipo de comunicação com Deus. Povos sem a crença no Deus único e verdadeiro têm as suas crenças em divindades imaginadas por homens e buscam, através de atos religiosos, uma ligação com suas divindades imaginárias. Quase sempre buscam esta ligação através de sacrifícios pessoais ou de outrem. O jejum é comum na maioria absoluta das manifestações religiosas de povos pagãos como ato de aperfeiçoamento espiritual que possibilitaria o contato com a divindade. O povo de Deus se deixou influenciar pelos costumes de povos pagãos e entrou por caminhos do paganismo, inclusive observando jejuns com a finalidade de fazer com que Deus atendesse às suas necessidades.
As palavras do profeta Isaías (Is 58.3-8) declaram que no seu tempo o povo judeu ainda preservava o conceito do jejum como manifestação de aflição da alma, mas que já praticava o jejum conforme seus próprios interesses (jejuavam e achavam seus próprios contentamentos) e que já praticavam o jejum com a finalidade de forçar uma ação divina segundo seus interesses pessoais (v.3). O jejum já dava margem para contendas e debates, e já dava margem para atos de impiedade, como se fosse veículo eficiente para fazer ouvir a voz diante de Deus (v. 4).
Deus não estabelecera a aflição da alma com nenhum destes propósitos e toda aquela prática era rejeitada por ele (v. 5). O que desejava para o seu povo não eram práticas que o obrigassem a agir, mas que o seu povo se libertasse da impiedade e de todo o jugo, e que praticasse o amor ao irmão pertencente ao mesmo povo de Deus (v. 6,7). O jejum, para Deus, não era simplesmente ficar sem comer, mas fazia parte de toda uma situação espiritual que deveria ser sincera para com Deus e para com o semelhante.


O JEJUM NO NOVO TESTAMENTO

Quando Jesus veio ao mundo, a prática de jejum já estava completamente desvirtuada. Tornara-se uma prática religiosa com um objetivo em si própria, deixando de ser conseqüência de sentimento de entristecimento. Tornara-se uma exigência que, dentro do contexto religioso estabelecido pelos líderes judeus, adquirira um sentido de purificação religiosa, de aperfeiçoamento espiritual e, até mesmo, tornara-se um elemento de exibicionismo pessoal. Foi dentro deste contexto que o Senhor Jesus instruiu seus discípulos a respeito do jejum.
Apesar de ser um costume entre os judeus, não encontramos no Novo Testamento qualquer ordem deixada por Jesus ou seus apóstolos para a prática do jejum. O que encontramos são referências à prática do jejum, como um costume que foi imposto pelos líderes judeus ao povo, de jejuarem no segundo e quinto dias da semana, e referências, também, a jejuns voluntários e individuais (Lc 2.37; Mt 4.1,2; 2Co 11.27) ou a jejuns coletivos (At 13.2; 14.23), mas nunca ordens de Jesus ou seus apóstolos para que os crentes em Cristo jejuassem.


OS ENSINAMENTOS DE JESUS A RESPEITO DO JEJUM

Há algumas palavras proferidas por Jesus quando estava repreendendo seus discípulos por não terem conseguido expulsar uma legião de demônios de uma pessoa, que é sempre utilizada por quem defende a idéia de que Jesus ordenou que o jejum fosse praticado por seus discípulos (Mt 17.21). No entanto, o leitor atencioso e bem intencionado observará que Jesus não estava ordenando a prática do jejum (até mesmo porque se ordenasse teria que definir que casta de demônios era aquela), mas estava apenas fazendo uma declaração específica, diretamente relacionada com aqueles a acontecimentos, em que seus discípulos tentaram expulsar os demônios apenas por disputa de poder com os fariseus (Mr 9.14-18). Uma disputa que demonstrava que os discípulos confiavam em si próprios, talvez por serem discípulos de Jesus.
A declaração de Jesus (não uma ordenança ou um ensinamento), de que aquela casta de demônios só poderia ser expulsa com oração e jejum (é importante observar a seqüência declarada por Jesus) deveu-se exatamente ao fato de os seus discípulos serem homens de pouca fé (Mt 16.20) e de não agir em favor da libertação do rapaz, movidos por um sentimento de tristeza. Para expulsarem os demônios precisavam ter fé em Deus, confiando somente nele - e a oração é a maior manifestação de confiança em Deus (Mt 6.6 e Hb 11.1), e precisavam estar profundamente entristecidos com a situação espiritual e física do rapaz, que era de terrível aprisionamento às trevas. O jejum, no pensamento de Jesus, era conseqüência de profunda tristeza, exatamente como Deus estabelecera no Antigo Testamento. Jesus não pensava como os líderes judeus ou o como o povo judeu pois eles eram marcados por costumes religiosos copiados do paganismo, como vimos anteriormente. Também não pensava como os “cristãos” pensam hoje a respeito do jejum, também marcados por costumes de religiões pagãs. Ele pensava como o Filho de Deus, como o próprio Deus que estabelecera o dia da expiação para o seu povo. Ele manifestou este pensamento quando foi procurado por discípulos de João Batista e, diante da indagação sobre qual seria o motivo de seus discípulos não praticarem o jejum, respondeu com uma alegoria, dizendo que os convidados para uma festa de casamento não poderiam ficar tristes enquanto o noivo estivesse com eles, mas que haveria o tempo em que o noivo lhes seria tirado e que, então, jejuariam (Mt 9.14,15). Observe-se como ele interligou a tristeza ao jejum. Que dúvida pode haver quanto ao fato de que Jesus, ao se referir ao jejum, se referia a entristecimento?
Na realidade, quando Jesus disse que aquela casta de demônios só poderia ser expulsa com oração e jejum, estava dizendo que só seria expulsa se eles tivessem fé em Deus e que a fé fosse manifestada através de oração com profundo amor ao semelhante. Amor que levasse a profunda aflição da alma por causa da situação do rapaz.
É certo, então, que não podemos utilizar este episódio do ministério de Jesus para afirmarmos que ele mandou que seus discípulos jejuassem. Então, o que Jesus realmente ensinou a respeito do jejum? Para compreendermos seus ensinamentos no Sermão do Monte precisamos nos reportar novamente ao texto de Mateus 9.14-17 e observarmos que Jesus, sendo o Filho de Deus, fora enviado como quem participara do estabelecimento do Antigo Concerto em que fora estabelecido o Dia da Expiação, e que fora enviado para estabelecer o Novo Concerto, com o seu sacrifício pessoal, representado no Dia da Expiação com o sacrifício de um cordeiro. Ou seja, em sua mente estava a aflição da alma por causa do Dia da Expiação simbólico do Antigo Testamento e a aflição da alma dos seus discípulos no Dia da Expiação real, o do seu próprio sacrifício, no Novo Testamento.
Quanto ao Novo Testamento ele sabia que a tristeza dos seus discípulos aconteceria no momento em que fosse tirado do meio deles para ser crucificado. Mas, certamente sabia que poderiam alegrar-se novamente por causa da sua ressurreição. Certamente que não caberia a aflição da alma para os seus discípulos, ao longo do período do Novo Concerto por causa da morte do Cordeiro de Deus, pois Ele ressuscitou e seu sacrifício nunca mais se repetirá. Também não caberia a aflição da alma pela ausência do Filho de Deus, pois ele prometeu que estaria com seus discípulos “todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mt 28.20). O jejum, a aflição da alma, fazia parte do Antigo Concerto (tecido velho e odre velho) e não poderia fazer parte do Novo Concerto (tecido novo e odre novo). A aflição da alma era conseqüência de diversos atos de sacrifício que se repetiam no Antigo Concerto e aconteceria somente uma vez, como conseqüência de um único sacrifício no Novo Concerto. O vinho novo era o sacrifício definitivo do Filho de Deus e este sacrifício, como ato realizado, histórico, nunca poderia fazer parte do Antigo Concerto. Quem tentar fazer assim estará deteriorando, para si, o sacrifício de Jesus Cristo.
Sendo assim, podemos dizer que, mediante os ensinamentos de Jesus posteriores ao Sermão do Monte, é certo que ele não pensava no jejum como uma prática religiosa para conferir poder, santidade ou capacitação espiritual aos seus discípulos; que seus discípulos que andaram como ele e aprenderam diretamente dele, não jejuavam (Mt 9.14); e que ele nunca requereu ou requereria dos seus discípulos a prática do jejum, mesmo como aflição da alma. Esta é a nossa base para analisarmos o que Jesus ensinou no Sermão do Monte a respeito do jejum.


OS ENSINAMENTOS DE JESUS A RESPEITO DO JEJUM NO SERMÃO DO MONTE

Primeiramente precisamos observar que Jesus estava ensinando a respeito do jejum aos seus discípulos, que eram judeus. Como não poderia deixar de ser, Jesus considerou que seus ouvintes praticavam o jejum por serem judeus e por estarem, ainda, no período do Antigo Testamento. O Novo Testamento só seria estabelecido quando ele fosse crucificado, derramando o seu sangue, abrindo caminho a todos os que cressem nele para entrar na presença de Deus. Até lá, o dia da Expiação deveria ser observado por seus discípulos e, também, a aflição da alma. Sendo assim, tratou de esclarecer o assunto, tirando as tradições e as tendências humanas de suas mentes, restabelecendo o verdadeiro significado do jejum.

1. O jejum não deveria ser um ato superficial e hipócrita – Mt 6.16; Lc 18.9-41
Não deveria ser praticado conforme o modelo dos líderes judeus que gostavam que todos vissem que jejuavam, que fingiam tristeza através de uma aparência forçada, que gostavam de serem vistos como pessoas muito espirituais. O jejum deveria ter o seu sentido original de dependência de Deus, de humilhação perante ele, de aflição da alma e não ser praticado como um ato para o engrandecimento pessoal, de exaltação da religiosidade, ou para forçar Deus a agir em benefício de quem praticava este tipo de penitência.

2. O jejum deveria ser um ato individual e oculto – Mt 6.17-18
Deveria ser uma atitude interior, somente no coração do indivíduo. A expressão “unge a tua cabeça e lava o teu rosto” representa: penteia o teu cabelo e não fiques com o rosto desfigurado, de sofrimento. Jesus foi enfático em dizer: “para não pareceres aos homens que jejuas, mas a teu Pai que está em oculto.” A tristeza pelo próprio pecado, pelo sacrifício de um ser inocente sem pecados, deveria ser algo real no coração do homem temente a Deus, que certamente veria o coração do seu servo.
A conclusão a que chegamos é que o jejum como ritual religioso com a finalidade de aquisição de poder, ou de santificação, ou de purificação espiritual, é um tipo de sacrifício pessoal que não é bíblico. É uma prática penitencial de muitas outras religiões, como por exemplo, do induísmo, do budismo, do jainismo, do catolicismo etc, e que sempre visam a purificação do espírito ou a conquista da salvação, e que não deve ser imitada pelo discípulo de Jesus Cristo, sob pena de substituir a confiança em Deus e, conseqüentemente, a dependência a ele através da oração e confiança na sua Palavra, por uma confiança em atos pessoais que nem mesmo dependem de fé, mas apenas de um esforço pessoal em cumprir determinados sacrifícios.


Jesus já foi sacrificado. Entregou-se por todos quantos crerem nele como Salvador, em um sacrifício só e que foi bastante e suficiente para nos purificar de todo o pecado. Um sacrifício que foi perfeito e, por isso, eficiente para nos conceder a vida eterna e um sacrifício que foi eficiente para nos trazer comunhão com Deus, o Pai. Ele prometeu que estaria conosco todos os dias, até o final dos tempos. Se ficarmos a jejuar, estaremos substituindo o sacrifício de Jesus por sacrifícios pessoais e estaremos indiferentes à sua presença em nossas vidas. Presença que nos concede a paz perfeita e a alegria da salvação.

Extraído do Blog: teologbiblic.blogspot.com.br


quarta-feira, 13 de agosto de 2014


Saúde: OS BENEFÍCIOS DO JEJUM ALIMENTAR




Nós ocidentais e na maioria cristãos, sempre encaramos o jejum como uma forma de penitência. Seria o momento de sacrifício na busca da purificação espiritual. A revista Época desta semana traz uma reportagem sobre esse tema: O Jejum. Porém, desvinculado dos princípios sobrenaturais.
O texto intitulado “Jejuar está na moda, mas faz bem?” de Luiza Karam, mostra exemplo de celebridades e utilizam o jejum desvinculado da espiritualidade. Uma delas é a apresentadora da Rede Globo, Glória Maria.
Gloria Maria fala que “três vezes ao ano reserva dez dias para ingerir apenas pílulas com nutrientes, xaropes naturais e chás. Comida mesmo, aquela de encher os olhos, é rigorosamente proibida”. Uma forma de limpar o organismo.
O texto da repórter Luiza Karam relata que o jejum, atualmente é condenado por médicos e nutricionistas. Porém, em contraponto, está ganhando respaldo de estudos científicos. “Pesquisas sugerem que jejuar diminui os riscos de doenças cardiovasculares, como diabetes e hipertensão. E pode até prolongar a vida. Para os praticantes, a abstinência alimentar é também um grito de liberdade. Eles deixam de viver em função do relógio. Prestam mais atenção nos pensamentos do que no estômago. Voltam-se para si.”
Então vamos listar aqui os benefícios do jejum, após pesquisas científicas.
 O Jejum:
- Retarda o envelhecimento – A transformação do alimento em energia gera compostos dentro das células, os chamados radicais livres. Eles se ligam ao DNA e causam erros de funcionamento que levam às doenças. O ato de jejuar reduz est

 - Reduz o colesterol – Entre religiosos que jejum uma vez por mês, o risco de desenvolver doenças cardiovasculares é 58% menor. Isso porque a abstinência reduz os níveis de colesterol.

 - Apura o paladar – O jejum aumenta a sensibilidade des radicais livres.

-  Reduz a pressão – Em animais e humanos submetidos a jejuns periódicos, a atividade do sistema nervoso, que controla a pressão arterial é reduzida. Depois de exercícios físicos, ela também volta mais rápido aos índices normais.as papilas gustativas a sabores doces e salgados.




 *A reportagem teve por base estudos da BMC Neuroscience.
Extraído do site: http://osnymartins.com.br

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Foto: CONTO COM SUA PRESENÇA!




PRÉ - LANÇAMENTO DO NOVO CD DO PR. JAMES ROCHA "EIS- ME AQUI"



"Eis-me aqui'. É uma resposta vinda de percepção e sensibilidade ao anseio de Deus em desejar ver pecadores sendo alcançados pela confraria de homens e mulheres de Deus, ungidos e munidos do poder da palavra que liberta, cura e santifica corações sedentos da palavra revelada de Deus.  É impossível  que um homem, mulher, criança, jovem e adolescente fique indiferente a partir do momento em que a voz do Espírito Santo penetra o corpo físico e atinge o espírito e alma de servos tementes a Deus. 
Nestes últimos dias, Deus continua falando com os 'Samueis'. A mesma voz de chamada ecoa aos nossos corações vinda da parte de Deus para proclamarmos a sua verdade com amor e imparcialidade. 
"Eis-me aqui" foi a resposta de Samuel a Deus, isto é, ele estava disponível (desimpedido, desembargado, livre) para servi ao El- Shadday. Seja um Samuel nesta geração. Diga pelo Espirito Santo: "EIS-ME AQUI".


Marcio Oliveira




terça-feira, 31 de dezembro de 2013

AVIVAMENTO ESPIRITUAL


O QUE É UM AVIVAMENTO

Tenho ouvido, Óh Senhor as Tuas obras e me sinto alarmado;
Aviva a tua obra, ó Senhor, no decorrer dos anos, e, no decurso dos anos, faze-a conhecida. - Habacuque 3.2

Vejam, eu enviarei o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim. E então, de repente, o Senhor que vocês buscam virá para o seu templo; o mensageiro da aliança, aquele que vocês desejam, virá", diz o Senhor dos Exércitos. Mas quem suportará o dia da sua vinda? Quem ficará de pé quando ele aparecer? Porque ele será como o fogo do ourives e como o sabão do lavandeiro. - Malaquias 3:1 e 2

Avivamento é, simplesmente, aquele momento quando Deus se manifesta diretamente no meio dos homens; quando Ele 'rasga os Céus e desce' (Isaías 64:1).

Wesley Duewel, no seu livro "O Fogo de Reavivamento" descreve o avivamento assim: ´´A presença e o poder de Deus operam de forma tão poderosa e intensa durante o reavivamento, que Ele realiza mais em horas ou dias do que em anos de ministério fiel onde não há reavivamento... Durante o reavivamento, as pessoas se movem em direção a Cristo, pessoas que não podem ser movidas de qualquer outra forma. Muitas orações que não foram respondidas durante anos são gloriosamente respondidas. A atmosfera freqüentemente fica cheia do poder majestoso de Deus. Os cristãos reconhecem isso com a presença santa de Deus. Os pecadores têm uma percepção reverente da presença de Deus e de sua própria pecaminosidade.

Deus pode revelar a Sua presença de maneiras inesperadas. Ocorrências surpreendentes podem acompanhar Sua obra profunda na alma. Pode haver uma tal sensação da presença e do poder divino que alguns indivíduos tremem. Outros podem chorar diante de Deus; alguns caem ao chão por se sentirem fisicamente enfraquecidos. Outros podem sentir-se quase irresistivelmente atraídos a comparecer aos cultos de reavivamento ou a reunirem-se antes de algum culto ser anunciado.
O resultado do verdadeiro avivamento sempre tem um impacto na sociedade
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Historiadores como William Lecky disseram que o avivamento liderado pelo John Wesley no século dezoito ajudou a Inglaterra evitar uma revolução sangrenta como aquela que assolou a França. Muitos avivamentos, como aqueles no país de Gales em 1905, Zaire em 1976 e Pensacola - Florida (EUA) em 1995, causaram uma diminuição perceptível nos índices de criminalidade nas suas comunidades. Outros avivamentos, como o Exército da Salvação liderado pelo William Booth no século 19,
contribuíram com avanços sociais como a abolição do trabalho infantil e a prostituição infantil da Inglaterra, e inspiraram outros pioneiros como o Dr Thomas Barnado que trabalhou com as crianças de rua de Londres, resolvendo completamente o problema durante a sua vida.

John White, no seu livro "Quando o Espírito Vem com Poder" (ABU Editora, 1998) escreveu: ´´...O que temos chamado de avivamento pelos últimos trezentos anos representa um trabalho incomum do Espírito Santo, com as seguintes características:

1. Homens, mulheres e crianças, convertidos e não-convertidos, tomados por uma visão, tanto da santidade de Deus como da sua misericórdia, são despertados em grande número para o arrependimento, para a fé e para a adoração.

2. O poder de Deus é manifestado em vidas humanas de forma que as leis da psicologia e da sociologia não conseguem explicar adequadamente.

3. A comunidade como um todo se torna consciente do que está acontecendo, muitos entendendo o movimento com uma ameaça a instituições existentes.

4. Alguns homens e mulheres exibem comportamentos físicos e emocionais fora do comum, que criam controvérsia, e que podem tornar-se ofensivos para os que se opõem ao avivamento e uma armadilha para os que o
apóiam.

5. Alguns crentes avivados comportam-se de maneira impulsiva e imatura, e outros caem em pecado. Dessa forma o avivamento parece ser uma estranha mistura de influências de Deus com as que não vêm de Deus, e de exibições do poder de Deus e da fraqueza humana.

6. Onde quer que o avivamento atinja proporções suficientes para causar um impacto nacional, reformas sociopolíticas são perpetradas no século seguinte. Dessa forma o reino de Cristo começa a ser exercitado sobre males de opressão e injustiça. ´´

O seguinte foi escrito por Frank Bartleman, no dia 16 de novembro de 1905, apenas cinco meses
antes do avivamento da Rua Azuza começar em Los Angeles, Califórnia (EUA):
A correnteza do avivamento está passando pela nossa porta. Será que nos nós jogaremos no seu seio, sendo conduzidos para gloriosa vitória? Um ano de vida neste momento, com suas maravilhosas possibilidades para Deus, vale mais que cem anos de vida normal. O Pentecoste está batendo às nossas portas. O avivamento para nosso país não é mais uma dúvida. Vagarosa, mas seguramente, a maré tem subido e, no futuro bem próximo, haverá um dilúvio de salvações que arrasará tudo antes de nós. O país de Gales não ficará sozinho neste triunfo glorioso para nosso Cristo. O espírito de avivamento está chegando, dirigido pelo sopro de Deus, o Espírito Santo. As nuvens estão se juntando rapidamente, carregadas com uma poderosa chuva, cuja precipitação demorará apenas um pouco mais.
Heróis se levantarão da poeira da obscuridade e das circunstâncias desprezadas, cujos nomes serão escritos nas páginas eternas da fama Celestial. O Espírito está pairando novamente sobre a nossa terra, como no amanhecer da criação, e o decreto de Deus está saindo: "Haja luz." Irmão, irmã, se todos nós crermos em Deus, você entende o que aconteceria? Muitos de nós já não vivemos para outro motivo. Um volume de oração de fé está subindo ao trono dia e noite. Los Angeles, o Sul do Califórnia, e o continente inteiro, certamente logo se acharão no meio de um poderoso avivamento pelo
Espírito e pelo poder de Deus.

Mais uma vez o vento do avivamento está soprando ao redor do mundo. Quem está disposto a pagar o preço e responder ao chamado para que, em nosso tempo, nós possamos viver dias de visitação Divina?”
(Citado no livro 'The True Believers' por Larry E Martin)

Extraído do blog: pastorjamesrocha.blogspot.com


sexta-feira, 1 de novembro de 2013


VIVENDO SOB PRESSÃO (Como aproveitar as pressões que a vida impõe para se tornar um vencedor)



VIDA SOB PRESSÃO



Texto: Salmos 116:3

Os cordéis da morte me cercaram, e angústias do inferno se apoderaram de mim; encontrei aperto e tristeza.


A vida de qualquer ser humano está sempre sob pressão. Pressão do patrão em exigir a qualidade do serviço do seu subordinado; pressão do sistema capitalista que exige qualificação de recurso humano para se manter nos melhores lugares da empresa; modelos são cada vez mais pressionadas a terem uma dieta que as deixem na forma e no padrão de exigência para desfilarem nas passarelas; até mesmo as crianças são pressionadas pelos pais a tirarem notas altas na escola. A igreja do livro de Atos dos apóstolos alcançou maturidade espiritual, grandes feitos em Deus e grande poder sobrenatural quando se encontrava sob pressão. O século 21 demonstra uma evolução tremenda na área tecnológica, científica, etc., contudo as pressões sobre o ser humano são o efeito colateral de todo esse progresso. Muitos estão depressivos, doentes psicologicamente e arruinados devido às pressões.
Por exemplo: uma pesquisa revela que 85% dos médicos estão vivendo em depressão. Qual o motivo? As pressões advindas da carga do trabalho, além das pressões da vida em geral que se acumulam e profissional, levando a viver sob stress pleno.


POR QUE DEUS NOS PERMITE VIVERMOS SOB PRESSÃO? O QUE ELE ESPERA DE NÓS NESTA CONDIÇÃO?

Por que Deus permite que muitas dificuldades, becos sem saída e fatos inevitáveis cheguem a nós? Por nenhuma outra razão a não ser chamar-nos a utilizar tal pressão e nos tornarmos poderosos na oração. Nosso fracasso está em não sabermos como fazer uso da pressão para transformá-la em poder.
O que deveria tornar a vida do ser humano mais prazerosa, tem trazido sérios problemas psicossomáticos e consequentemente uma situação ao ponto de levar muitos a viverem uma vida desgostosa. Por quê? Simplesmente por causa das pressões. Um dos inúmeros efeitos das pressões é o desprazer de viver, ou seja, viver por viver.
Devemos saber que todas as pressões têm um propósito. Entretanto, não devemos esperar até que a pressão se torne excessivamente insuportável antes de orar. Devemos aprender a orar sem pressão como também com pressão. Se há pressão, utilizemos cada uma transformando-a em poder. Fazendo assim, reconheceremos que sempre que a pressão surgir Deus vai manifestar o poder de ressuscitar os mortos. Não existe poder maior do que o poder da ressurreição. E quando estivermos oprimidos além da esperança, experimentaremos o poder da Sua ressurreição fluindo de dentro de nós. Quantas vezes em sua vida suas orações foram respondidas? Sem dúvida, você deve ter tido suas orações respondidas pelo menos algumas vezes. Por que essas poucas orações foram respondidas? Não foi porque você sentiu a pressão e, por ser tão grande, você derramou seu coração diante de Deus? Talvez você nunca tivesse jejuado antes, mas, naquele dia particular, você nada pôde fazer a não ser jejuar. Você sentiu que estava sendo pressionado a ir diante de Deus e não mais considerava a oração uma carga; bem ao contrário, a oração para você se tornou, naquele dia, um meio para descarregar um encargo.


PRESSÃO QUE ADVÉM DAS CIRCUNSTÂNCIAS

Não só o pecado e a necessidade criam pressão, mas as circunstâncias produzem-na também. Deus permite que os crentes passem pela pressão das circunstâncias para que vivam diante Dele. Frequentemente, situações adversas são levantadas na vida dos filhos de Deus. Alguns são perturbados pelos familiares, outros, pelos amigos. Alguns podem sofrer perdas nos negócios; outros podem ser perseguidos pelos colegas. Uns podem ser hostilizados ou mal interpretados pelas pessoas; outros podem ter dificuldades financeiras. Por que todas essas coisas nos sobrevêm? Muitos crentes normalmente não reconhecem quão preciosa é a vida regenerada (vida transformada pela ação do Espírito Santo) que receberam. Embora sejam nascidos de novo, são ainda ignorantes do fato de que sua vida regenerada não tem preço. Mas, uma vez que estejam sob pressão, eles começam a apreciar sua vida regenerada porque essa nova vida que Deus lhes deu os capacita a vencer em todas as situações.


O EXEMPLO DO REI DAVI

Quem nesta vida, um dia, já não disse a mesma frase que Davi? Se tem um homem na Bíblia que mais sofreu pressão, esse homem chama-se Davi. Veja os tipos de pressões que ele sofreu:

Salmos 55:3-8

3 - Pelo clamor do inimigo e por CAUSA DA OPRESSÃO do ímpio; pois lançam sobre mim a iniquidade, e com furor me odeiam.
4 - O meu coração está dolorido dentro de mim, e TERRORES DA MORTE caíram sobre mim.
5 - TEMOR E TREMOR vieram sobre mim; e o horror me cobriu.
6 - Assim eu disse: Oh! quem me dera asas como de pomba! Então voaria, e estaria em descanso.
7 - Eis que fugiria para longe, e pernoitaria no deserto. (Selá.)
8 - Apressar-me-ia a escapar da fúria do vento e da tempestade.


Veja os motivos das angustias do rei Davi: opressão vinda de pessoas ímpias (ímpios que atormentavam a Davi confrontando a vontade de Deus em sua vida em viver uma vida santa. O padrão de vida com Deus de Davi os incomodavam), espirito de morte (pressão espiritual vinda de demônios malignos), medo de morrer (alma dominada pelo medo a ponto de cogitar em seu pensamento um futuro prévio de morte). Eram os tormentos advindos de pressões sobre Davi.
Davi, diante de tudo isso, expressa um desejo que é mesmo das pessoas do século 21. Isso ocorreu com Davi em 1050 a.C.  Milênios se passaram até chegar aos nossos dias, mas os problemas são os mesmos acompanham o ser humano independentemente do tempo.
No desespero e na pouca força que tinha para enfrentar todas as pressões, ele monologa no verso 6 dizendo:

Assim eu disse: Oh! quem me dera asas como de pomba! Então voaria, e estaria em descanso.

Salmos 55:7
Eis que fugiria para longe, e pernoitaria no deserto.

A vontade que Davi teve foi de chutar tudo, achar um escape, se isolar de tudo, um lugar que o livrasse das pressões. Você pode estar vivendo essa realidade. Você já não suporta mais uma vida de pressões. Deseja abandonar tudo e todos. FUGIR! Essa deve ser sua ideia no momento.
Seria a alternativa correta? Davi achava que sim. Contudo ele se lembra de DEUS. O que ele fez então? O verso 16 responde:

Salmos 55:16
Eu, porém, invocarei a Deus, e o SENHOR me salvará.

Socorro em Deus. Ele resolve encarar as pressões com seus problemas de frente. Ora, para quem a poucos instantes desejava fugir... Mas agora já encontrou forças para detonar os problemas... DEUS!!! Foi o motivador de Davi ( Você precisa de Deus para que sua vida mude como a do Davi). Agora, tome postura e aja pela fé. Perceba que Davi é quem toma a iniciativa: “EU”. Invocar significa atrair a presença de Deus sobre sua vida em meio às pressões. Outro passo: Estar convicto de que Deus vai me tirar das pressões sejam quais forem. Isto é fé em Deus. Veja:


Salmos 34:19
Muitas são as aflições (PRESSÕES) do justo, mas o SENHOR o livra de todas (GRIFO MEU).


Salmos 34:15
Os olhos do SENHOR estão sobre os justos, e os seus ouvidos atentos ao seu clamor.


A PRESSÃO PRODUZ SOBRE NÓS UM CORAÇÃO VOLTADO PARA DEUS


Salmos 34:18
Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado, e salva os contritos de espírito.

A pressão nos coloca numa situação de impotência. Isso nos faz sentirmos fracos e ao mesmo tempo produz a consciência de voltarmos para Deus suplicando por sua intervenção, isto é, pedimos socorro e consequentemente liberação do seu poder sobre nós.
Você pode se perguntar: - Mas, se a resposta de Deus não vier de imediato durante minhas pressões?

Resposta: Salmos 55:17
17 - De tarde e de manhã e ao meio dia orarei; e clamarei, e ele ouvirá a minha voz.


Perseverar em oração, ou seja, lute na dimensão espiritual com Deus e em Deus. Independente do horário, Davi orava. Por que ele horava em todo tempo? Justamente para vencer as pressões que o incomodava e o atormentava. Quem deseja resolver seus problemas deve lutar contra ele com toda força e determinação. Só pessoas valentes como Davi agem com vigor contra seus problemas. Mas se você acomodar-se elas (as pressões com seus problemas) lhe vencerá.
Qual é a tua pressão? Casamento ameaçado a ponto de falir e acabar?; Doença crônica que ameaça por fim a sua permanência nesta vida? (ler II RS 20:1-7); Filho arruinado pelas drogas (ler João 11:39)? Nem tudo estar perdido aos olhos de Deus.


CONCLUSÃO

Seja um reacionário, ou seja, mova-se em fé perante a Deus. Se não tem forças, busque-a em Deus. Pois Jesus disse:

Mateus 7:7
 Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á.

Se a pressão é intensa sobre você, porta de escape se abrirá para você por meio da oração. A grande questão é: seu coração estar de fato voltado para Deus a ponto de quer amá-lo, viver com Ele e para Ele servindo-o em amor? Ou você carrega consigo a mesma mentalidade de muitos hoje que só deseja buscar a Deus nos tempos difíceis e, logo em seguida que Ele resolve seus problemas, você O abandona? Acabe com essa forma de pensar errada e mal conceituada acerca da fé. Deus te levará a sério quando você decidir leva-Lo.

Seja um reacionário!!! Seja um vencedor!!! Vença as pressões!!!

“As pressões são as oportunidades que surgem na tua vida para que você possa conhecer o poder de Deus”.

Lembre-se: O patriarca Jó só conheceu o poder de Deus em sua vida, quando a carne do seu corpo estava podre. A iminente ameaça de morrer o levou a buscar e exercer a sua fé num nível altíssimo de confiança em Deus. Por quê? Por causa da pressão de morte sobre ele (Leia Jó 19:25-27).
Todo homem ou mulher que se tornaram vencedores enfrentaram pressões acima de suas forças e saíram com a vitória na mão. Venceram porque eles decidiram crer e orar a Deus em meio as pressões.

Por Marcio Oliveira

sábado, 2 de fevereiro de 2013

PASTOR JAMES ROCHA (Novo Lançamento Musical) 2013

PR. JAMES ROCHA (Ministério Cristão Emanuel - Nova Iguaçu - RJ)


AGUARDEM !!!... Vem aí o mais novo lançamento musical do Pastor James Rocha. Um inspirar... Uma canção... Um louvor... Uma adoração... Um só amor... Um anseio por mais de Deus... Um despertar espiritual. Serão canções que irão produzir, pelo Espírito Santo, uma conexão entre você e Deus.

Por Marcio

sábado, 27 de outubro de 2012

O QUE É VISÃO ESPIRITUAL (DEFININDO)




VISÃO ESPIRITUAL (Vision spiritual)



Visão espiritual é a capacidade dada por Deus para enxergamos além da dimensão natural, revelando entendimento acerca do propósito que está por trás da visão


Visão espiritual envolve ver além do mundo natural para o mundo espiritual. É compreender o divino propósito de Deus e reconhecer sua parte no plano Dele.


Crentes que estão espiritualmente “perecendo” estão em uma das seguintes categorias:



Eles não têm visão espiritual.

• Eles receberam uma visão espiritual mas têm sido desobedientes a ela.
• Eles têm uma visão, mas não sabem como cumpri-la. Eles têm tentado e falhado ou talvez nunca tenham tentado de fato.


Visão espiritual providencia uma clara imagem do que Deus quer que você faça e então dirige cada passo de sua vida cristã para realizar este objetivo.

A VISÃO DE PAULO



O apóstolo Paulo tinha visão espiritual. Ele disse: “...não fui desobediente à visão celestial” (Atos 26.19).


A visão celestial [espiritual] tornou-se a força impulsionadora na vida de Paulo. Ele reconheceu que ter uma visão não é suficiente. Uma ação deve ser tomada para realizar a visão.



Uma visão pode permanecer apenas como algo “visionário”. Isto significa que ela nunca se torna uma realidade, porque você nunca age para realizá-la. Quando Deus dá uma visão, Ele também providencia estratégias espirituais e práticas para cumprir a visão.



Quando Deus deu a Paulo uma visão espiritual, Ele deu-lhe coisas específicas para fazer na realização da visão. Leia Atos 26.16-18. Deus deu a Paulo visão espiritual com o propósito de fazer dele testemunha e ministro do evangelho. Seu ministério seria voltado para um grupo especial de pessoas, os Gentios. O termo “Gentios” refere-se a todos aqueles que não são judeus; portanto, Paulo seria um instrumento de Deus em todas as outras nações do mundo.



Deus deu a Paulo objetivos para realizar a visão. Paulo deveria:



• Abrir seus olhos espirituais e conduzi-los das trevas para a luz.

• Convertê-los do poder de Satanás para Deus.
• Guiá-los ao perdão dos pecados.
• Revelar sua herança espiritual, que se torna possível pela fé.


O NASCIMENTO DE UMA VISÃO



Deus quer dar-lhe visão espiritual assim como Ele deu a Paulo. Deus também quer revelar os propósitos e objetivos que lhe capacitarão a cumprir a visão.



Quando experimentar “o nascimento de uma visão”, você se tornará um participante e não um mero espectador no divino plano de Deus.



O processo do nascimento natural que traz um bebê humano ao mundo é similar ao processo do nascimento de uma visão no mundo espiritual. Você experimentará os seguintes estágios para gerar a visão espiritual.



CONCEPÇÃO:



“Concepção” significa criar. Uma visão espiritual é criada por Deus em seu espírito.



Quando Deus deu a Paulo visão espiritual, Ele identificou a fonte. Ele disse, “Eu sou Jesus” (Atos 26.15). Deus concebeu a visão de Paulo.



DESENVOLVIMENTO:



Quando você recebe a visão espiritual, ela vem primeiramente na forma de um “embrião”. Um embrião é a célula básica da vida. Assim como no desenvolvimento do embrião humano, Deus desenvolve sua visão espiritual enquanto você cresce Nele.



A célula básica da vida no bebê humano é o embrião; a partir dele são desenvolvidos todos os aspectos básicos do ser humano. Se você tentar mudar o embrião, deformidade ou morte pode ocorrer à criança.



Deus concebeu a visão espiritual básica em você. A visão deve manter o embrião do qual todos os outros aspectos se desenvolverão. Se você tentar mudar a visão, ela ficará deformada em relação ao perfeito plano de Deus ou ela poderá ser abortada.



Quando a visão explicada neste curso é concebida por Deus em seu espírito, ela deve sempre permanecer a mesma, embora você possa realizá-la de diferentes modos.



A visão crescerá e se desenvolverá enquanto você crescer espiritualmente. O seu aspecto pode não ser o mesmo de ontem, da última semana ou do último mês. Mas você nunca deverá esquecer que a visão básica é o divino propósito para o qual você foi chamado.



Este desenvolvimento da visão será uma experiência de crescimento, assim como é no mundo natural dentro do corpo de uma mãe. Se a visão não se desenvolver dentro de você, ela morre.



Assim como a mãe carrega sua criança dentro do seu corpo, quando você recebe esta visão, ela fica constantemente com você. Ela torna-se uma parte viva e vital de você mesmo. Ela flui de sua própria fonte de vida, assim como também da divina fonte que a concebeu.



Enquanto o bebê é desenvolvido, a mulher grávida negará a si mesma certas coisas. Enquanto sua visão espiritual se desenvolve, você também poderá ter que fazer isto. Você pode ter que negar a si mesmo os seus próprios planos e ambições. Você pode ter que deixar de lado tesouros terrenos. Você terá que sacrificar tempo para jejuar e orar.



TRABALHO DE PARTO:



Eclesiastes 5.3 declara: “Porque dos muitos trabalhos vêm os sonhos”.



A palavra hebraica para “trabalhos”, seria mais bem traduzida como “dores de parto”. Isto significa que um sonho ou visão vem através de “muitas dores de parto” ou grandes dores de parto.



No nascimento natural há fatos sobre as dores de parto que são paralelos das dores do parto espiritual que faz nascer uma visão. As dores de parto naturais são um tempo de intenso e concentrado esforço para dar à luz a criança. Este tempo também é chamado de “trabalho” de parto.



Assim como no nascimento de uma criança, uma visão espiritual nasce de intensa concentração mental, física e espiritual. Enquanto você estuda este curso, concentre-se no que Deus quer gerar em seu espírito.



No mundo natural, durante o trabalho de parto, aquela que vai dar à luz deve deixar as forças naturais tomarem o controle. Forçar fisicamente o nascimento da criança pelo canal do nascimento antes dele abrir pode matar a criança.



O mesmo é verdade no mundo espiritual. Deixe Deus tomar o controle de sua vida. Se você tentar dar à luz a visão por suas próprias forças ela será abortada no plano de Deus. Cada coisa dentro de você pode clamar para empurrar e levar a visão espiritual por suas habilidades naturais. Mas por seu auto-esforço você poderá destruir a visão.



Pedro disse a Cristo “...retira-te de mim, porque sou pecador” (Lucas 5.8), quando ele reconheceu o que Cristo estava chamando-lhe para fazer. Ele sabia que a visão era muito grande para ele realizar por suas próprias forças e habilidades naturais.



Assim como uma mulher no trabalho de parto está oculta dos olhares do público, assim também aqueles que estão em trabalho de parto espiritual deverão estar a sós com Deus.



O TEMPO DE TRANSIÇÃO:



No processo do nascimento natural há um tempo durante o trabalho de parto conhecido como o “tempo de transição”. Ele é o tempo mais difícil do parto que acontece exatamente antes do canal do nascimento se abrir para permitir a passagem da criança.



Isto é semelhante ao nascimento de uma visão no mundo espiritual. Quando Deus gera em você uma visão espiritual, você experimentará um tempo de transição.



Transição significa mudança. Quando Deus dá a você esta visão espiritual, ela requer mudanças em sua vida. Ela chamará você para um novo compromisso e dedicação.



Você deve experimentar pressão em cada área de sua vida. Tudo dentro de você pode clamar pela liberação do nascimento do que Deus está trazendo à luz.


Este é o ponto onde muitos falham em receber a visão. Vez após vez Deus tem trazido Seu povo à ocasião do nascimento de Sua visão dentro dele.



Mas porque a transição é muito difícil, muitos têm desistido. Eles não podem suportar a pressão na hora mais difícil. O nascimento da visão requer mudanças em seus padrões de pensamento e estilo de vida, o que muitos não estão dispostos a permitir. Eles não podem abandonar o auto-esforço e suas tradições. Eles não podem colocar de lado suas ambições e desejos para abraçar o plano de Deus. Isto foi o que aconteceu à nação de Israel, como lemos em Isaías 26.17-18.



O Trabalho de parto traz dor, mas ele leva ao nascimento, que traz alegria (leia João 16.21).



Isaías 53.11 nos diz que Deus testemunhou as dores de Jesus Cristo e ficou satisfeito. Uma visão foi cumprida naquele dia no Calvário...Uma visão que tinha sido prometida desde a queda do homem em pecado (Gênesis 3.15). Através das dores de Cristo, a visão da redenção do pecado tornou-se uma realidade.



O trabalho de parto é uma experiência dolorosa, mas é somente através dele que a visão pode nascer (leia Isaías 66.8-9).



O NASCIMENTO:



O desenvolvimento de uma visão espiritual tem um fim esperado, assim como o embrião humano. O fim é o nascimento. Nascimento prematuro ou com atraso pode resultar em morte, tanto no processo do nascimento natural quanto no nascimento da visão espiritual.



Após o nascimento no mundo natural, a criança continua a crescer e desenvolver-se. Após o nascimento da visão espiritual, ela continuará a crescer e desenvolver-se. Ela terá novos aspectos e forma, mas tudo foi desenvolvido a partir da célula básica da vida espiritual que é a visão.



A VISÃO DE ABRAÃO


Abraão tentou cumprir a visão que Deus lhe deu através do auto-esforço, pelo nascimento de Ismael. Ele sabia que Deus queria fazer-lhe uma grande nação, mas ele pensou que não poderia ter um herdeiro através de sua esposa Sara.



Então ele fez algo a respeito e Ismael nasceu. Mas qual era o poder que estava por trás de Ismael? O poder de Abraão ou o de Deus? A visão foi cumprida através de Ismael, do homem, ou de Deus?



Você pode trazer um Ismael ao mundo através dos seus próprios esforços. Ismael representa seus planos e métodos de tentar fazer a vontade de Deus através de habilidades naturais. Mas a visão celestial, representada por Isaque, deve ser gerada por Deus.



Quem é a fonte da visão espiritual? Quando lhe perguntaram “o que devemos fazer para realizar as obras de Deus?”, Jesus respondeu, “A obra de Deus é esta: que creiais Naquele que por ele foi enviado” (João 6.28-29), indicando que Ele mesmo era a fonte.



Deus não queria que Abraão fosse a fonte da visão espiritual, assim como Ele não quer que nós sejamos, através de nossas visões criadas e organizadas pelo homem.



Deus é a fonte da visão espiritual. A visão que você receberá neste curso é Seu plano. Ela não é o plano de um homem, de uma denominação ou organização.


A Escritura não registra Deus falando para Abraão outra vez senão treze anos após o nascimento de Ismael. Deus não falou com ele até que fosse humanamente impossível para Abraão ter uma criança. A partir daí foi que Deus começou a mover a visão dentro dele outra vez. Pois agora, o auto-esforço havia morrido. Então veio o nascimento de uma visão, pois no tempo exato de Deus, Isaque nasceu miraculosamente. Mas, com o nascimento do plano de Deus (Isaque), Ismael (auto-esforço) deveria ser expulso.



Este é o tempo de seu Isaque (o plano de Deus) nascer em seu espírito. Para que isto aconteça, Ismael deve ser expulso. Esta experiência de expulsar seu esforço próprio, seus planos, ambições, tradição e programas organizacionais, é dolorosa. Mas Deus está dizendo para você o que Ele disse para Abraão: “Não te pareça isto mal por causa do moço (auto-esforço), pois em Isaque será chamada a tua descendência” (Gn 21.12). Em Isaque a fonte da visão era Deus!



VOCÊ ESTÁ PRONTO?



Todo nascimento requer mudança. No mundo natural, a criança deve deixar a segurança do ventre materno.



Quando você nasce de novo, você abandona a velha vida de pecado. Você deixa Jesus mudar seus pensamentos e padrões de comportamento.



Dar à luz a visão espiritual também requer mudança. Requer coragem para caminhar do conhecido para o desconhecido.



Você está pronto para receber a visão espiritual? Você está disposto a experimentar dores de parto para gerar alguma coisa nova e vital em sua vida cristã? Se você não está disposto, você deve parar este estudo aqui mesmo, pois uma vez que você tenha vislumbrado a visão compartilhada nestas páginas, sua vida nunca mais será a mesma outra vez.



Postado por Neide